sábado, 13 de março de 2010

PARA COLECIONADORES


Um livro de referência de fácil compreensão que oferece uma visão fascinante dos dinossauros e outras criaturas pré-históricas. Reconstruções digitais de fino acabamento mostram uma grande variedade de criaturas pré-históricas bizarras. Pesquisa e compilação autenticadas por cientistas do Museu Americano de História Natural. Livro Capa dura com 375 páginas, ilustrações 3D.
Editora: Ciranda Cultural


Autor: DAVID LAMBERT & DARREN NAISH & ELIZABETH WYSE
Origem: Nacional
Ano: 2003
Edição: 1
Número de páginas: 376
Acabamento: Capa Dura
Formato: Grande

PARA LEITURA E DIVERSÃO


Torne-se um explorador ao voltar mais de 65 milhões de anos com este Guia do Explorador para conhecer um dos mais ferozes dinossauros: o Tiranossauro Rex!
Você encontrará uma incrível réplica do T-Rex para montar e um livro de 24 páginas recheado com fatos e divertidas atividades.

Produto importado
Fabricante/distribuidor: Ciranda Cultural

Livro e Réplica - Tiranossauro Rex
Categoria: Livros-Atividade
Faixa Etária: a partir de 5 anos

PARA LEITURA E CONHECIMENTO


O leitor desvendará os mistérios dessas fascinantes criaturas e será conduzido a um mundo tão diferente que parecerá impossível acreditar que se trata da Terra. Além de aprender sobre a evolução do nosso planeta: o desenvolvimento das espécies, as relações entre os animais, a cadeia alimentar e muito mais!


Título: Dinossauros - Como Viviam e Por que Desapareceram
Subtítulo: Biblioteca Larousse
Autor: Larousse
Editora: Larousse Do Brasil
ISBN: 857635179X
Idioma: Português
Tipo de Capa: BROCHURA
Edição: 1
Número de Páginas: 72

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Terra Perdida (Land of the Lost)


Basedo na série de TV (1974-1977) de mesmo nome, no Brasil conhecido como "O Elo Perdido", a história gira em torno de um guarda florestal e seus dois filhos, que de repente se vêem perdidos num estranho mundo habitado por dinossauros, macacos e répteis.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Série "Vintage" - O Elo Perdido


O guarda florestal Rick Marshall e seus dois filhos, Will e Holly, resolvem descer um rio de bote. Só que um terremoto inesperado move o rio e abre um portal do tempo, e eles acabam caindo em outro mundo mistura de pré-história e terra mágica. Tuod bem parece uma besteira não é ? Mas foi uma produção muito bem feita e respeitada e foi um dos maiores sucessos da produtora Krofft.

Além dos animais pré-históricos os Marshals encontram uma raça de seres, meio homem meio macaco, chamada Pakuni. Um deles o Cha-ka, se torna amigo da família e os ajuda nas dificuldades daquele novo mundo ajudando-os a permanecerem vivos. Uma outra raça chamada Sleestaks, (Lembra voçe tentando falar XXXLETAQUIS... faz Tempo... ) criaturas verdes com aparência de lagartos, que não querem nenhum tipo de amizade com os Marshals. Rick fica sabendo que a única maneira de voltar para casa é criando um portal de dentro da pirâmide dourada chamada Pylon. Com a ajuda de Erin ele tenta achar a combinação certa que faça com que ele volte para sua época.

Na primeira temporada a série era considerada a melhor série de ficção para crianças até aquele momento. Com o sucesso da série as mães estavam preocupadas com o clima de suspense, e principalmente porque as crianças tinham pesadelos com os Sleestak.

O resultado foi que a partir da segunda temporada a série ganhou mais humor e perdeu o clima sério. Com o orçamento reduzido a qualidade dos efeitos especiais caiu. Mas a pior parte ainda estava por vir, na terceira temporada, Spencer Milligan sentiu que o ¨bote¨ estava afundando e saiu. Ron Harper entrou em seu lugar e marcou o início de várias mudanças. Os Marshalls abandonam sua casa e vão morar num templo, já que todo o cenário da casa da família pegou fogo e foi destruído, Mais uma marmelada Cha-Ka e o líder dos Sleestak começaram a falar inglês PUTZ !. A personalidade de Enik mudou radicalmente ele ficou desobediente. Os roteiros foram piorando... a audiência caindo...que fracasso...

No Brasil a série se chamou " O Elo Perdido" e era exibida na antiga TVS, atual SBT. Em 1991 uma nova série foi criada, desta vez acompanhando as aventuras da família Porter, que vai parar no Elo Perdido. Essa nova série durou duas temporadas.

Passagem das Pedras


Figura 7 - Réplicas dos dinossauros que habitaram a região da bacia de Sousa. Arte de João Carlos M. Rodrigues.



Figura 6 - Pista de Dinossauro Ornitópode no Monumento Natural Vale dos Dinossauros. Passagem das Pedras (fazenda Ilha), município de Sousa.



Figura 5 - Monumento Natural Vale dos Dinossauros. Parque natural com 40 hectares de
Área protegida pelo governo do estado da Paraíba e Prefeitura Municipal de Sousa

MEDIDAS DE PROTEÇÃO

A principal área de distribuição das pegadas de dinossauros localizada em Passagem das Pedras (fazenda Ilha) no município de Sousa, é atualmente um parque natural. Em 20 de dezembro de 1992 através de um Decreto-Lei estadual (Decreto no 14.833, de 20 de dezembro de 1992, Diário Oficial do Estado da Paraíba) esta localidade icnofossilífera foi tombada como Monumento Natural e designada como "Monumento Natural Vale dos Dinossauros" (Figuras 5 e 6 ).
Em 1996 foi assinado um convênio entre o Ministério do Meio Ambiente, Estado da Paraíba/Superintendência de Administração do Meio Ambiente e Prefeitura Municipal de Sousa (Convênio MMA/PNMA/PED no 96 CV00030/96) visando a consolidação do "Monumento Natural Vale dos Dinossauros". Inicialmente com base no Decreto no 14.833 desapropriou-se o sítio de Passagem das Pedras, com 40 hectares de área. Posteriormente foi concebido um canal de alívio da vazão do rio do Peixe, numa extensão de 621 metros que permitirá, sem alterar as características originais do rio do Peixe e ecossistemas associados, a proteção das pegadas contra a ação erosiva deste rio e represamento d'água sobre o sítio paleontológico (Sônia Matos Falcão - Coordenadora de Projetos de Execução Descentralizada - PED/SUDEMA, informação pessoal).

Os investimentos já realizados neste sítio paleontológico são de aproximadamente US$ 800,000.00 (oitocentos mil dólares americanos). Ainda de acordo com as informações de Sônia Matos Falcão (Governo do Estado da Paraíba) a proteção deste jazigo fossilífero compreendeu:

Modificação do curso principal do rio do Peixe objetivando a proteção dos níveis estratigráficos com pegadas fósseis, os quais vinham sendo erodidos durante os períodos de inundações. Foi construído um canal secundário (artificial) e pontes sobre este e sobre o canal do rio.
Plantio de vegetação nativa nas bordas do canal e áreas adjacentes ao rio do Peixe.
Estrada de acesso ao Monumento Natural Vale dos Dinossauros a partir da rodovia federal BR-391.
Pontes de estrutura concreto-aço sobre as pegadas, evitando o contato direto dos visitantes com a superfície rochosa onde estão dispostas.
Centro de Recepção com 222 m2 de área. Abrange exposição com dioramas e painéis temáticos, fósseis, sala de vídeo, centro de documentação, biblioteca, loja de lembranças, lanchonete, sanitários e administração ( Figuras 7 e 8 ).

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A ICNOFAUNA DINOSSAURIANA DAS BACIAS DO RIO DO PEIXE E OS PRODUTORES DE PEGADAS


Figura 4 - Pegada de um terópode. Serrote do Letreiro, bacia de Sousa

Figura 3 - Pegada de um terópode associada a um petroglifo indígena. Serrote do Letreiro, bacia de Sousa

Os vinte e dois sítios e setenta e oito níveis das bacias do Rio do Peixe contêm a seguinte icnofauna de tetrápodes: 296 grandes terópodes; 29 pequenos terópodes têm o terceiro dedo substancialmente maior que os outros dois, o que era classicamente considerado como assignável aos Coelurosauria; 42 saurópodes; 2 ornitísquios quadrúpedes, provavelmente anquilossauros; 2 pequenos ornitópodes; 28 ornitópodes graviportais (um quadrúpede); um conjunto de impressões batracopodídeas; uma impressão lacertóide; um grande número de pegadas dinossaurianas não classificadas e muitas impressões de semi-natação atribuídas aos quelônios. Ao todo os indivíduos dinossaurianos classificados totalizam mais que 395. A relação de pegadas herbívoro/carnívoro nesta icnofauna é cerca de 1/4,6; a relação de pistas individuais quadrúpede / bípede é de cerca de 1/8,6. Somente 34 pistas de dinossauros estão associadas em quatro grupos gregários (Leonardi et al.,1987a, 1987b, 1987c).
Não é fácil atribuir uma pegada a um produtor. Contudo as pegadas descritas acima podem ser consideradas com alguma probabilidade de pertencerem aos seguintes grupos: as pistas de grandes terópodes são possivelmente de uma família cretácica sul-americana de grandes predadores conhecida como Abelisauridae Bonaparte & Novas, 1985 e consequentemente Ceratosauria. As pequenas pistas de terópodes com o dígito III substancialmente maior que o II e IV, que foram normalmente atribuídas aos Coelurosauria, podem ser referidas à algumas famílias teropodomorfas sul-americanas que se presume tenham ocupado neste continente o nicho ecológico dos Coelurosauria na Laurásia (e.g. Noasauridae Bonaparte & Powell, 1980). Os saurópodes foram talvez grupos assemelhados aos Dicraeosauridae, Rebbachisauridae, ou mais provavelmente os primeiros titanossauros (Bonaparte,1986).
A pequena pista quadrúpede do Serrote do Pimenta pode ser a de um anquilossauro, mais provavelmente um nodosaurídeo, a semelhança com o pequeno Minmi Molnar, 1980 de Queensland. Uma pista quadrúpede (sub-icnito) de Passagem das Pedras também poderia pertencer a este grupo. Pistas de anquilossauros são conhecidas da Bolívia (Leonardi, 1984a) e mais recentemente (1988) identificadas por Christian Meyer, Martin Lockley e Leonardi (material ainda não publicado). As pistas de grandes bípedes ou quadrúpedes com três cascos arredondados são atribuídas a ornitópodes graviportais, similares à Ouranosaurus Taquet, 1976; algumas pistas raras de ornitópodes podem pertencer a iguanodontídeos jovens ou a alguma forma de pequeno ornitópode, talvez driossaurídeos, já conhecidos na América do Sul (Coria & Salgado, 1996).
O conjunto batracopodídeo de Piau é pobremente preservado, contudo pode ser atribuído a Crocodylia. As inúmeras pegadas pequenas de semi-natação do sítio Piau foram provavelmente produzidas por quelônios; a família Araripemydae é a mais provável.